"Os Livros de Esteros"

Ao longo dos meus anos como leitora, vi que literatura, acima de tudo é uma questão de gosto. E isso quer dizer que só por que uma legião de pessoas gosta de um determinado livro, que você também vá gostar. Assim, como um dos seus livros favoritos pode ser detestado por muitos.

Só para citar um exemplo: eu DETESTO a saga “Crepúsculo” e , bem, um monte de gente ama de paixão. Por outro lado, sou fã declarada de “O Senhor dos Anéis” e já cansei de ouvir um bom número de pessoas dizer que acham um porre!

O quê quero dizer é que tudo é questão de gosto, de identificação do leitor com a trama apresentada na obra; só por que fulano disse que o livro é ótimo ou ruim, não quer dizer que ele realmente seja. O leitor é você e apenas você, depois de passar pela experiência da leitura, pode dar seu julgamento quanto esse ou aquele livro.

Por que estou falando isso tudo? Por quê  “Os livros de Esteros” não foi um livro que me cativou; mas, como eu disse acima e vou dizer mais uma vez só para enfatizar: só por que a trama não funcionou para mim, não quer dizer que não vá funcionar para outras pessoas.

Não vou pontuar aqui os motivos para não ter gostado do livro, tanto por ser algo desnecessário como por ser algo extremamente pessoal. São MEUS critérios, MINHA opinião, logo, isso não cabe aqui.

Então, vamos a resenha?

Em “Os Livros de Esteros – O poder da Vida”, o leitor é transportado para o continente de Naires, um cenário fantástico-medieval habitado não só por humanos, mas também por elfos, anões, orcs e demais raças que quase sempre marcam presença em enredos nesse estilo de história.

Mussafar é um dos reis de Naires, e, ao lado de sua esposa a Rainha Zinza( uma elfa branca), governa de forma justa e pacífica, sento então adorados por seu povo.

O casal teve dois filhos: Vamcast, o primogênito que herdara a beleza frágil da mãe e Andor, que mesmo sento um ano mais jovem que seu irmão, tinha puxado ao pai e mesmo com doze anos, já se via que teria a constituição física de um destemido guerreiro.

Mas contrariando sua aparência e as expectativas que ele só saberia lidar com magias, Vamcast, desde novo, ansiava por ser forte; até treinava escondido à noite e era com orgulho que ganhava a admiração dos professores da Academia de Esgrimas e dos alunos mais velhos.

Vamcast era forte, tão forte que atraiu a atenção de um dos servo do mal e que, com a proposta de ensinar magia negra para o rapaz e acabou (pouco a pouco, se aproveitando do ciúme que ele se sentia do irmão mais novo) corrompendo o quê havia de bom no coração do príncipe.

O tempo passa e à medida que Vamcast cresce, também aumenta em poder e maldade. Começa a liderar ataques contra pequenas aldeias e não demora para começar a espalhas o terror em Naires.

Forças terão que ser levantadas contra Vamcast, mas o Rei Mussafar terá coragem para tal? Terá coragem de lutar contra seu próprio filho? Só lendo “Os livros de Esteros” para descobrir.

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2 comentários:

Suellen disse...

Rafa, você é demais... Eu entendo você e nem sempre um livro é bom para mim como é bom para você, pois cada um tem uma visão.


E creio que se outra pessoa lê o livro vai acha que tal parte não foi tão boa, mas tudo bem... A sua resenha só fez me deixa curiosa para ler o livro.

Quem sabe eu não tenho outra visão.

Beijos e até...

Esteros disse...

Caraka!!! Rafaela apesar de voce não ter amado o livro, entendeu a história como poucos ^^ A sua resenha ficou show de bola, acho que a melhor até aqui!!!!

Tenho certeza que sua cabeça vai mudar com os demais livros, pois a narrativa mudou muito e támbem deixou de ser um livro "narrado" Agora existe muitos dialogos e ação, romances idem. Andor teve uma recaida por outra moça, gerando um triangulo amoroso entre ele Zoram e Angel, isso ficou muito legal no livro.

Abraços!!!